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20.4.09
Se é possivel descrever sensações admito aqui minha dificuldade, principalmente quando diante de fotografias produzidas por mim tento reavivar o olhar e recriar minha noção de alteridade. solucionar dilemas teóricos não é facil, mas pior é não assumir tais dilemas quando você pretende se formar antropóloga e transformar imagens capturadas em frações de segundos em dados de uma antropologia (seja lá qual for). Podem até me dizer que antropologia não é descrever sensações, contudo pra mim não há ciência mais sensivel que esta.
17.11.08
notas sobre "espaço"
a noção de espaço apreendida no seu mais elevado grau pode ser incompreensivel para aqueles que se perguntam o porque de não cairem da cama enquanto dormem.
pois não é que é uma observação interessante. espacialidade é aprendida por processos de internalização de normas ou seria aprendizagem das formas de uso do espaço?
porque aquele bichinho que saiu da barriga da minha tia não sabe nem o que é e já tem unhas e gosta do peito grande daquela que um dia chamará de mãe. é trágico: em pouco tempo ele a chamará de mãe e terá pelo resto da vida que respeitar um padrão de interação com essa pessoa.
o espaço me deixa pensativa, onde será que ele acaba
meu espaço eu extrapolo quase sempre
e esse espaço aqui eu embaralho e me permito escrever [leia-se: quase dizer] o que me vem à cabeça.
porque se digo que movimentos visuais determinam minha leitura numa imagem que é composta de elementos espaciais - ninguem entende. é objetivo cara. é como dois mais dois.
desconhecer as propriedades das formas que cercam a gente no cotidiano é como um silencio admitido e porcamente compartilhado.
chega por hoje.
a noção de espaço apreendida no seu mais elevado grau pode ser incompreensivel para aqueles que se perguntam o porque de não cairem da cama enquanto dormem.
pois não é que é uma observação interessante. espacialidade é aprendida por processos de internalização de normas ou seria aprendizagem das formas de uso do espaço?
porque aquele bichinho que saiu da barriga da minha tia não sabe nem o que é e já tem unhas e gosta do peito grande daquela que um dia chamará de mãe. é trágico: em pouco tempo ele a chamará de mãe e terá pelo resto da vida que respeitar um padrão de interação com essa pessoa.
o espaço me deixa pensativa, onde será que ele acaba
meu espaço eu extrapolo quase sempre
e esse espaço aqui eu embaralho e me permito escrever [leia-se: quase dizer] o que me vem à cabeça.
porque se digo que movimentos visuais determinam minha leitura numa imagem que é composta de elementos espaciais - ninguem entende. é objetivo cara. é como dois mais dois.
desconhecer as propriedades das formas que cercam a gente no cotidiano é como um silencio admitido e porcamente compartilhado.
chega por hoje.
4.10.08
"Vovô me contava histórias do que aconteceu sobre o primeiro que descobriu o Brasil, o Pedro Cabral.
Não sei ao certo, diz que naquele tempo nós índios nem conheciam o branco. Então diz que um dia apareceu um barco grande que vinha chegando.
O índio sentiu medo, pensou que fosse bicho e atirou com flecha, naquele tempo o Guarani tinha flecha. Flecha não faz nada, bate e voa por cima do barco, que quando encostou na praia, aí saiu gente.
Então o índio conheceu o branco. O índio atirou porque nunca tinha visto antes aquilo, mas quando viu o branco sair do barco, aí parou. Então o branco chegou, viu o índio e bateu uma foto”
(Relato de Seu João, cacique da aldeia Sapukai em
"As divinas palavras: identidade étnica dos Guarani Mbya" de Aldo Litaif. )
30.9.08
qualidade fluida da informação obtida?
desencontros entre informação verbal e a imagem?
indefinição expressiva que as imagens propiciam?
ou seria
subjetividades que não dialogam entre si?
(pensando, e muito.)
o buraco é muito mais em baixo...
é a (pós)modernidade amigo, individualidade meu irmão...
fudeu.
mas peraí e barthes onde entra na estória?
(...)
desencontros entre informação verbal e a imagem?
indefinição expressiva que as imagens propiciam?
ou seria
subjetividades que não dialogam entre si?
(pensando, e muito.)
o buraco é muito mais em baixo...
é a (pós)modernidade amigo, individualidade meu irmão...
fudeu.
mas peraí e barthes onde entra na estória?
(...)
4.8.08
outros
Hoje dei uma olhada nas imagens que fiz nessa viagem... 
..



Me decepcionei com o desempenho que tive
Na verdade tenho plena consciencia que não fotografei como faço de costume...
na maioria das fotos fiz registros.
Apenas alguns dias me dei o prazer de ver por atraves de minha objetiva o cotidiano e o ritmo daquele lugar, e nesses dias dormir melhor.
O interessante nisso tudo, é que tenho a sensação que perdir, e muito, todas aquelas imagens que poderiam ter se formado diante do meu visor. E isso me leva crer na fugacidade do real.
A fotografia que me proponho é mais que o retrato do fugaz, gosto da construção, do fazer a imagem, mas não impede que minhas imagens possam revelar o imperceptivel ao olho nu.
Gosto de mostrar a sensação e o gesto do outro.

..



Por um momento me sinto bem, algumas pessoas me deixam assim, de bem comigo, pois se mostram pra minha câmera e confiam em quem está atras dela.
studium
"Reconhecer o studium é encontrar as intenções do fotógrafo"
ele tocou em mim
não sei se reconheceu o studium de minhas fotografias
mas foi o primeiro que encontrou minhas intenções...
ele tocou em mim
não sei se reconheceu o studium de minhas fotografias
mas foi o primeiro que encontrou minhas intenções...
29.5.08
17.5.08
Minha moldura
Ele me perguntou se eu já li Simmel, quem me conhece o minimo que seja deve ter a resposta por mim. Correto. Esqueci mesmo. É vergonhoso, admito. Já falei disso aqui em outra post.
Mas daí ele continuou, "porque você tem que ter a moldura na ponta da lingua senão suas fotos perdem o sentido".
As imagens são apenas produtos de uma subjetividade?
Não acredito que eu deva falar sobre minhas fotos. De alguma maneira as imagens apresentam sempre uma forma especifica de ver o mundo, então porque seria necessário explica-lás? Me parece que meu ponto de vista é objetivo: pode ser subjetivo, pessoal, interpretação do mundo, ou seja lá o que mais for, a imagem pode ser ambigua porém ela sempre carrega traços gerais, que eu arriscaria dizer que seriam suas estruturas.
Vejam bem, quando obervamos uma foto estamos buscando uma coluna vertebral, uma estrutura que mantem a imagem em sua coerencia, as vezes, sua ausencia total [nesse caso, classificamos como arte - é pesado eu sei, estou metendo meu nariz onde não fui chamada e ainda por cima pisando em qualquer conceito mesmo sem conhecê-lo].
Acompanha só o raciocinio. Tenho uma imagem de um nascer do sol, com um céu avermelhado mas ainda escuro, com um azul bem escuro, tenho nela 3 bancos vazios, 3 arvores secas e um mar a tiracolo.
Como você lê essa imagem?
[ok preciso de ajuda agora, quando alguem colocar alguma coisa, continuo o texto.)
-------------------------------
adicionado em 27 de maio
Ora, ora... nenhuma interação...
Minha conclusão: blogs não são espaços de interação, apenas lugares para expressar idéias não tão resolvidas ou maduras (esse é o meu caso, afirmo) nada de exercicios, construções coletivas...
Por isso prefiro amnter meu silencio. Prefiro essa individualidade de merda que inventamos.
Mas daí ele continuou, "porque você tem que ter a moldura na ponta da lingua senão suas fotos perdem o sentido".
As imagens são apenas produtos de uma subjetividade?
Não acredito que eu deva falar sobre minhas fotos. De alguma maneira as imagens apresentam sempre uma forma especifica de ver o mundo, então porque seria necessário explica-lás? Me parece que meu ponto de vista é objetivo: pode ser subjetivo, pessoal, interpretação do mundo, ou seja lá o que mais for, a imagem pode ser ambigua porém ela sempre carrega traços gerais, que eu arriscaria dizer que seriam suas estruturas.
Vejam bem, quando obervamos uma foto estamos buscando uma coluna vertebral, uma estrutura que mantem a imagem em sua coerencia, as vezes, sua ausencia total [nesse caso, classificamos como arte - é pesado eu sei, estou metendo meu nariz onde não fui chamada e ainda por cima pisando em qualquer conceito mesmo sem conhecê-lo].
Acompanha só o raciocinio. Tenho uma imagem de um nascer do sol, com um céu avermelhado mas ainda escuro, com um azul bem escuro, tenho nela 3 bancos vazios, 3 arvores secas e um mar a tiracolo.
Como você lê essa imagem?
[ok preciso de ajuda agora, quando alguem colocar alguma coisa, continuo o texto.)
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adicionado em 27 de maio
Ora, ora... nenhuma interação...
Minha conclusão: blogs não são espaços de interação, apenas lugares para expressar idéias não tão resolvidas ou maduras (esse é o meu caso, afirmo) nada de exercicios, construções coletivas...
Por isso prefiro amnter meu silencio. Prefiro essa individualidade de merda que inventamos.
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adicionado em 31 de maio
Gustavo disse:imagem bonita
resposta com atraso espero que sirva
eu sei não serve
nem adianta mais
mas eu gosto
e não gosto de refletir muito sobre a arte
gosto de sentira arte...
entrar
transformar
inverter
ou
subverter
etc.
(...)
talvez...
...
Sabe de uma coisa?
eu perguntei: como você lê essa imagem?
sentir não é isso?
O que você sentiria se eu postasse ela aqui?
Eis então:

Sabe o que eu posso sentir?
paz x desespero
tristeza x serenidade
fim x começo
(deixe-me pensar sobre isso)
3 filmes que quero [queria] assistir.
Filmes que tenho q assistir até semana que vem, estou me sentindo alienada.
Crise de consumista de diálogos. Ok:
Estomago
O sonho de cassandra
5 frações de uma quase história.
Gasto: 8,00x3=24,00+9,20x3=27,90+10,00x3=30,00=81,90
Conclusão: gastarei indo três vezes ao cinema mais do que gasto para ir a uerj a semana toda.
Solução: Trabalhar mais: sexta, sabádo e domingo [dá preguiça só em pensar]
Solução 2: a bolsa da uerj aumentar para 1500,00 [já imaginando: gastando tudo nos dias que deveria trabalhar!!!] [ps.: imaginou a minha cara "maquiavélica", com um sorrisso de orelha a orelha esfregando minhas próprias mãos?]
Acho que desisti depois dessas contas. é verdade, preciso revizá-las.
poxa como é caro tentar manter um capital simbólico?!
A crise passou: uma conversa tem feito o dia valer - mesmo sem cinema...
Crise de consumista de diálogos. Ok:
Estomago
O sonho de cassandra
5 frações de uma quase história.
Gasto: 8,00x3=24,00+9,20x3=27,90+10,00x3=30,00=81,90
Conclusão: gastarei indo três vezes ao cinema mais do que gasto para ir a uerj a semana toda.
Solução: Trabalhar mais: sexta, sabádo e domingo [dá preguiça só em pensar]
Solução 2: a bolsa da uerj aumentar para 1500,00 [já imaginando: gastando tudo nos dias que deveria trabalhar!!!] [ps.: imaginou a minha cara "maquiavélica", com um sorrisso de orelha a orelha esfregando minhas próprias mãos?]
Acho que desisti depois dessas contas. é verdade, preciso revizá-las.
poxa como é caro tentar manter um capital simbólico?!
A crise passou: uma conversa tem feito o dia valer - mesmo sem cinema...
26.3.08
É Verdade
Eu fico muito puta e histérica e dano a chorar desesperadamente quando me falam que não existe verdade. É claro que todo o discurso é bonito, é relativista, é humanitário, é envolvente... é uma merda.
Esse papo pós-moderno as vezes não desce. E meu conforto é saber que não estou sozinha nisso.
Uma área onde isso é debatido e muito é no cinema-documentário. A áurea de verdade que envolve o gênero é forte demais e apesar de não faltar gente dizendo que a verdade não existe, ela fica ali, acorrentadas nos nossos pés, perseguindo as mentes e deixando nossos miolos com cheiro de quiemado.
Definir um filme como documentário ou etnográfico passa por esse fio condutor da verdade que nessa era pós-modernidade tão aclamada e aplaudida perde todo significado.
A palavra soa desacreditada nesse contexto e para isso a substituíram por outras, “fidelidade” é uma ótima substituta. Fazer cinema-documentário envolve o pesquisador-realizador e o objeto-personagem, numa relação conturbada onde o que se quer é afirmar, mostrar, dizer.
Nesse cenário o que seria a verdade da pessoa, passa ser a fidelidade ao personagem. O que seria a verdade do realizador é renomeado como construção que envolve relações de poder. O que vivemos hoje na área de realização de filmes com o viés antropológico é o intimo conflito entre o que se pretende fazer: filme ou pesquisa.
Por que devemos escolher tão rigidamente?
Será que são tão diferentes assim?
E já que todos é possuidor de sua verdade, a minha é essa: o filme é etnográfico quando a experiencia da filmagem é feita com olhar antropológico, e para isso não é necessário anos a fio em pesquisa, nem formação em ciências sociais, mas a importancia que é dada ao olhar e acima de tudo ao ouvir.
Por mais que seja convincente a sua não existencia, mas a pluralidade dela a "verdade que não é verdade" decepciona, me calo, escuto e me deixo concordar, mas é deprimente caminhar numa terra que não é de ninguem.
Esse papo pós-moderno as vezes não desce. E meu conforto é saber que não estou sozinha nisso.
Uma área onde isso é debatido e muito é no cinema-documentário. A áurea de verdade que envolve o gênero é forte demais e apesar de não faltar gente dizendo que a verdade não existe, ela fica ali, acorrentadas nos nossos pés, perseguindo as mentes e deixando nossos miolos com cheiro de quiemado.
Definir um filme como documentário ou etnográfico passa por esse fio condutor da verdade que nessa era pós-modernidade tão aclamada e aplaudida perde todo significado.
A palavra soa desacreditada nesse contexto e para isso a substituíram por outras, “fidelidade” é uma ótima substituta. Fazer cinema-documentário envolve o pesquisador-realizador e o objeto-personagem, numa relação conturbada onde o que se quer é afirmar, mostrar, dizer.
Nesse cenário o que seria a verdade da pessoa, passa ser a fidelidade ao personagem. O que seria a verdade do realizador é renomeado como construção que envolve relações de poder. O que vivemos hoje na área de realização de filmes com o viés antropológico é o intimo conflito entre o que se pretende fazer: filme ou pesquisa.
Por que devemos escolher tão rigidamente?
Será que são tão diferentes assim?
E já que todos é possuidor de sua verdade, a minha é essa: o filme é etnográfico quando a experiencia da filmagem é feita com olhar antropológico, e para isso não é necessário anos a fio em pesquisa, nem formação em ciências sociais, mas a importancia que é dada ao olhar e acima de tudo ao ouvir.
Por mais que seja convincente a sua não existencia, mas a pluralidade dela a "verdade que não é verdade" decepciona, me calo, escuto e me deixo concordar, mas é deprimente caminhar numa terra que não é de ninguem.
Antropologia Visual, alguém quer saber?
Depois da dita experiência tentei escrever alguma coisa sobre antropologia visual e confesso que ainda tenho muito pra ler, aprender, relembrar...
Minha idéia era dizer que olhar para o passado e buscar referencias anteriores daquilo que é filme etnográfico, faz perder toda discussão que envolve uma definição da disciplina e sua formação. É mais interessante pensar que a antropologia visual nasceu "agora", depois dessas tantas experiências que fracassaram, sim fracassaram no sentido de que aquilo não era antropologia, não era nada mais que experiencias que hoje a disciplina se aproria delas.
Mais que isso é ilusão acreditar numa antropolgia visual com seus primórdios ainda no século XIX. Nossa referencia de documentário com fio etnográfico, é Nanook of the North, mas amigos aquilo não tem nada de etnográfico. Flaerthy fazia cinema, tinha todas aquelas preocupações do que era melhor para o filme, e não se estava fugindo do que era real, da verdade, da pessoa...
A idéia é deixar claro que antropologia é sim uma "coisa" recente.
Tenho medo de estar pecando por não conhecer tão bem a história da disciplina apesar de ter lido quase todos os textos principais de antropologia visual.
Por que querer revogar essa bagagem histórica da antropologia visual já que ela não existe?
Minha idéia era dizer que olhar para o passado e buscar referencias anteriores daquilo que é filme etnográfico, faz perder toda discussão que envolve uma definição da disciplina e sua formação. É mais interessante pensar que a antropologia visual nasceu "agora", depois dessas tantas experiências que fracassaram, sim fracassaram no sentido de que aquilo não era antropologia, não era nada mais que experiencias que hoje a disciplina se aproria delas.
Mais que isso é ilusão acreditar numa antropolgia visual com seus primórdios ainda no século XIX. Nossa referencia de documentário com fio etnográfico, é Nanook of the North, mas amigos aquilo não tem nada de etnográfico. Flaerthy fazia cinema, tinha todas aquelas preocupações do que era melhor para o filme, e não se estava fugindo do que era real, da verdade, da pessoa...
A idéia é deixar claro que antropologia é sim uma "coisa" recente.
Tenho medo de estar pecando por não conhecer tão bem a história da disciplina apesar de ter lido quase todos os textos principais de antropologia visual.
Por que querer revogar essa bagagem histórica da antropologia visual já que ela não existe?
20.3.08
tudo, uma coisa só
Hoje eu tive uma puta experiência...
Idéias estão brotando e minha cabeça quase estourando de tanta coisa que tenho pra escrever.
"cinemadocumentáriofilmeetnográficosantiagoobejtodistanciajoãomoreirasalleseduardocoutinhoaoutorpoderfidelidadeforadofilmedentrodofilmepessoapersonagem"
Idéias estão brotando e minha cabeça quase estourando de tanta coisa que tenho pra escrever.
"cinemadocumentáriofilmeetnográficosantiagoobejtodistanciajoãomoreirasalleseduardocoutinhoaoutorpoderfidelidadeforadofilmedentrodofilmepessoapersonagem"
6.2.08
"la marisa monte"
Dia desses me veio o pensamento de sair, sair daqui entende? desse mundo estruturado, abandonar essas regras que te submete a tantas coisas, e ir procurar um universo particular, bem "la marisa monte", essa coisa mesmo de abandonar as referencias, estipular novos objetivos, conhecer outras pessoas, se sentir melhor e mais.
Falta coragem caminhar sozinha talvez não seja a melhor maneira de mudar...
Prisão
Ele está aqui
Não me reconhece como dona,
Quer sair...
Nunca me pertenceu
Então ele pergunta:
- Posso sair?
Respondo com o olhar
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