De dentro desse quarto extrapolo meu limite, porque o tempo se submete aos meus devaneios, tua sombra me persegue, teu gosto me sobe aos lábios e sem voz alguma escuto do vento um sussurro.
Notas, melodias, sabores, cores, espaços, lugares... eles me levam até você, quando não sinto teu cheiro, sinto a textura de sua barba, a espessura de teus pelos, aquele olho caído, de um castanho comum.
Marcas no meu corpo desfrutam do toque seu, das coisas ditas, dos olhares não correspondidos.
Iludir com dor o amor me traz uma pequena paz...
porque a calmaria que encontrei no ar que dividi com você não voltou tal como a carta extraviada.
25.9.10
26.8.10
Eu revirei uma mala que escondi por quase um ano. Lá estavam meus amores, minhas ansiedades de outrora e meu desejo de liberdade.
Por vias de mão dupla caminhei até agora, numa via, na verdade, muito particular, onde eu projetava naquela parte que vem do lado oposto, aquilo que eu pensava ser que poderia vir. Isto é, até agora balbuciei poucas e medíocres palavras sobre o que é viver aqui, no meio do nada, longe de tudo, onde qualquer relação, a mais intima, é superficial.... virtual... no sentido mais stritu da palavra.
Reconheço que me falta mais imediatismo nessa hora, me falta aquilo que eu mais pensava ter: a filosofia do sentir.
Pode ser discurso frouxo, porque faz tempo, já me acostumei com ele.
Pode ser também refugio perante a insanidade que é esta cidade, local onde encontramos um pouco de índio, de nordestino, de moderno, pós-moderno, porralouca, covardes.
Cheguei onde queria não chegar. A covardia tomou conta de mim nos meses anteriores, nos quais sob a balela da metodologia falida da imagem em que sequer enquadrar cenas cotidianas, como algumas vezes bem fiz, consegui me empenhar.
Faltou interesse? Juro que não.
Faltou “olhar”? também não... tenho em minha cabeça retratos de senhoras descascando macaxeira, meninos remando ou pulando no rio, homens carregando mercadorias no porto, vendedores desconfiados, pessoas felizes tomando a cervejinha diária, motos cortando ruas com fogões voando, esgoto, ratos, fumaça, castanheira, por-do-sol, casas, santos, luzes, movimento de forró, quase o cheiro desse lugar poderia estar “impresso” nas minhas imagens, imagens da cabeça, da lembrança, da memória.
Imagino que nunca poderia fazer sentir alguém o que sinto aqui.
Estou fora do lugar mas ao mesmo tempo tão dentro dele, que não consigo olhar distanciado (mas é preciso?)... a melhor maneira é não se envolver sentimentalmente (mas é possivel?)...
Por isso recorro e corro desesperadamente pra esse mundo em que palavras se transformam em pessoas e podem elas mesmas tomarem a decisão de rumar em direção as pessoas de carne,sentimento e osso, ou apenas em bits de um arquivo de texto.
Hoje elas se permitem, através de mim, encontrar os olhos de outros.
Por vias de mão dupla caminhei até agora, numa via, na verdade, muito particular, onde eu projetava naquela parte que vem do lado oposto, aquilo que eu pensava ser que poderia vir. Isto é, até agora balbuciei poucas e medíocres palavras sobre o que é viver aqui, no meio do nada, longe de tudo, onde qualquer relação, a mais intima, é superficial.... virtual... no sentido mais stritu da palavra.
Reconheço que me falta mais imediatismo nessa hora, me falta aquilo que eu mais pensava ter: a filosofia do sentir.
Pode ser discurso frouxo, porque faz tempo, já me acostumei com ele.
Pode ser também refugio perante a insanidade que é esta cidade, local onde encontramos um pouco de índio, de nordestino, de moderno, pós-moderno, porralouca, covardes.
Cheguei onde queria não chegar. A covardia tomou conta de mim nos meses anteriores, nos quais sob a balela da metodologia falida da imagem em que sequer enquadrar cenas cotidianas, como algumas vezes bem fiz, consegui me empenhar.
Faltou interesse? Juro que não.
Faltou “olhar”? também não... tenho em minha cabeça retratos de senhoras descascando macaxeira, meninos remando ou pulando no rio, homens carregando mercadorias no porto, vendedores desconfiados, pessoas felizes tomando a cervejinha diária, motos cortando ruas com fogões voando, esgoto, ratos, fumaça, castanheira, por-do-sol, casas, santos, luzes, movimento de forró, quase o cheiro desse lugar poderia estar “impresso” nas minhas imagens, imagens da cabeça, da lembrança, da memória.
Imagino que nunca poderia fazer sentir alguém o que sinto aqui.
Estou fora do lugar mas ao mesmo tempo tão dentro dele, que não consigo olhar distanciado (mas é preciso?)... a melhor maneira é não se envolver sentimentalmente (mas é possivel?)...
Por isso recorro e corro desesperadamente pra esse mundo em que palavras se transformam em pessoas e podem elas mesmas tomarem a decisão de rumar em direção as pessoas de carne,sentimento e osso, ou apenas em bits de um arquivo de texto.
Hoje elas se permitem, através de mim, encontrar os olhos de outros.
1.8.10
hoje o dia está lindo, há um céu azul, com nuvens como algodão doce, uma brisa, um vento leve. se lá fora está assim, aqui dentro tem um nó, como de marinheiro, e não dá pra desfazer.
o peito está embasado, escuro, nem poderia expressar minha maneira de sentir hoje em palavras.
porque juro, não entendo como você faz de mim o que bem quer... fico como cego em tiroteio sem saber pra onde ir.
há possibilidades lamiadas
sombra fresca
sussurro
e um soco na boca do estomago.
o peito está embasado, escuro, nem poderia expressar minha maneira de sentir hoje em palavras.
porque juro, não entendo como você faz de mim o que bem quer... fico como cego em tiroteio sem saber pra onde ir.
há possibilidades lamiadas
sombra fresca
sussurro
e um soco na boca do estomago.
22.7.10
Aquela frase “com o tempo passa” só pode estar errada
porque o tempo só faz aumentar o sentimento e a confusão... “com o tempo complica”.
Sim, estou na beira da estrada me perguntando se entro no carro de carona ou se vou ali de bicicleta pelo acostamento. Estou machucada, e os tombos vêm servindo como anestésicos, porque dor atrás de dor, quando você se dá conta, já está acostumado.
Minhas palavras caíram pra debaixo da cama, extrapolaram as margens do word, se refugiaram nas paredes, tudo isso porque você não se importa com elas.
É culpa minha?
É culpa sua?
A culpa é de quem?
O tempo me faz apenas recuperar uma paixão inventada.
Só não quero morrer na praia cedo demais
porque o tempo só faz aumentar o sentimento e a confusão... “com o tempo complica”.
Sim, estou na beira da estrada me perguntando se entro no carro de carona ou se vou ali de bicicleta pelo acostamento. Estou machucada, e os tombos vêm servindo como anestésicos, porque dor atrás de dor, quando você se dá conta, já está acostumado.
Minhas palavras caíram pra debaixo da cama, extrapolaram as margens do word, se refugiaram nas paredes, tudo isso porque você não se importa com elas.
É culpa minha?
É culpa sua?
A culpa é de quem?
O tempo me faz apenas recuperar uma paixão inventada.
Só não quero morrer na praia cedo demais
15.7.10
está tudo meio de cabeça pra baixo
o cotidiano normal remexido
-------------------------------------quem vai querer mudar
-------------------------------------quem vai querer andar
meu corpo existe num drama
entre ele, eu, nós
há distancias imaginadas
caminhos tortos, um atalho
uma saudade leve,
aroma que vem do sonho de domingo as dez da manhã
um relógio que conta as horas em marte
-------------------------------------você vai querer mudar
-------------------------------------você vai querer andar
não cabe em si
extrapola os sons, o gosto
carcome o sentimento frouxo
sonha comigo, contigo
-------------------------------------eu vou querer
o cotidiano normal remexido
-------------------------------------quem vai querer mudar
-------------------------------------quem vai querer andar
meu corpo existe num drama
entre ele, eu, nós
há distancias imaginadas
caminhos tortos, um atalho
uma saudade leve,
aroma que vem do sonho de domingo as dez da manhã
um relógio que conta as horas em marte
-------------------------------------você vai querer mudar
-------------------------------------você vai querer andar
não cabe em si
extrapola os sons, o gosto
carcome o sentimento frouxo
sonha comigo, contigo
-------------------------------------eu vou querer
12.7.10
9.7.10
eu gosto muito de coisa velha. tenho o ferro da minha bisavó no meu quarto. tenho os cadernos da quarta série. adoro as senhoras e senhores que tem muita estória pra contar. mas se uma coisa que me atrai são novidades musicas, não que eu seja uma moça antenada ou que meus saberes musicais são tantos que isso me faça ser uma boa entendedora de música: não. pelo contrário até.
bem, essa balela toda é pra colocar esse video aí de baixo acompanhado do link do site de Devendra Benhart. O cara é louco. Psicodélico. Coisa de primeira. Gostei demais!
O site: http://www.devendrabanhart.com
é possivel ouvir todos os discos.
bem, essa balela toda é pra colocar esse video aí de baixo acompanhado do link do site de Devendra Benhart. O cara é louco. Psicodélico. Coisa de primeira. Gostei demais!
O site: http://www.devendrabanhart.com
é possivel ouvir todos os discos.
8.7.10
7.7.10
"Coquetéis bacteriológicos
Gases fratulentos
O caos
Conhaque pros valetes
Tintos para damas
E cachaça pros pobres
E como já dizia a minha prima Catarina
Deus nos dê fígado, pois temos o planeta inteiro pela frente.
Na verborragia do verso
Estoura o limite de ânsias
Há um desquite que a metáfora não alcança "
Gases fratulentos
O caos
Conhaque pros valetes
Tintos para damas
E cachaça pros pobres
E como já dizia a minha prima Catarina
Deus nos dê fígado, pois temos o planeta inteiro pela frente.
Na verborragia do verso
Estoura o limite de ânsias
Há um desquite que a metáfora não alcança "
e a vida se fez de louca
mundo livre s/a
6.7.10
eu mudei
de tom, de cor, de dor.
porque dois anos atras eu me perguntava onde estaria. onde estou?
to no meio do caminho de um processo tosco.
li aquele escrito, a terceira opção foi a escolhida e agora percebo que algo se perdeu no meio do caminho de um processo tosco...
eu continuo a escrever bastante, mas agora escondo e não guardo aqui. eu continuo a indagar minhas imagens, mas agora não tenho a coragem de fotografar. o desejo de ser amada continua tal como antes, mas a pessoa mudou. as viagens literárias já não mais me satisfazem, agora só as viagens por conta de alguns narcóticos naturais. questões antropológicas se renovaram não porque li um novo texto mas porque vivi determinada situação.
continuo sempre de cabelo preso, descalça na maior parte do tempo, mesmo no norte não bebo sequer um litro d'agua por dia, sentindo frio durante o dia por causa do ar condicionado, com sombrancelhas por fazer, esquecendo de limpar o ouvido, confusa, cheia de incertezas e com uma saudade enorme de minha mãe... precisamente do olhar dela.
preciso de um afago, por favor.
de tom, de cor, de dor.
porque dois anos atras eu me perguntava onde estaria. onde estou?
to no meio do caminho de um processo tosco.
li aquele escrito, a terceira opção foi a escolhida e agora percebo que algo se perdeu no meio do caminho de um processo tosco...
eu continuo a escrever bastante, mas agora escondo e não guardo aqui. eu continuo a indagar minhas imagens, mas agora não tenho a coragem de fotografar. o desejo de ser amada continua tal como antes, mas a pessoa mudou. as viagens literárias já não mais me satisfazem, agora só as viagens por conta de alguns narcóticos naturais. questões antropológicas se renovaram não porque li um novo texto mas porque vivi determinada situação.
continuo sempre de cabelo preso, descalça na maior parte do tempo, mesmo no norte não bebo sequer um litro d'agua por dia, sentindo frio durante o dia por causa do ar condicionado, com sombrancelhas por fazer, esquecendo de limpar o ouvido, confusa, cheia de incertezas e com uma saudade enorme de minha mãe... precisamente do olhar dela.
preciso de um afago, por favor.
hoje me bateu uma tristeza, um cansaço que não tenho como nomear as causas...
vai ver é o tempo quente, que esquenta o peito e transforma em lágrimas as sensações de vazio e as ansiedades da gente. eu desprezei algumas semanas atras a importancia dos laços menos superficiais.
lamento.
hoje estou carente, descrente.
vai ver é o tempo quente, que esquenta o peito e transforma em lágrimas as sensações de vazio e as ansiedades da gente. eu desprezei algumas semanas atras a importancia dos laços menos superficiais.
lamento.
hoje estou carente, descrente.
5.7.10
O problema é que, de tanto ver no Outro sempre o Mesmo - de dizer que sob a máscara do outro somos "nós" que estamos olhando para nós mesmos -, o passo é curto para ir direto ao assunto que "nos" interessa, a saber: nós mesmos. Pessoalmente, estou mais interessado em saber como os outros "representam" os seus outros que em saber como nós o fazemos; afinal, os outros são outros porque seus outros são outros que os nossos (nós, por exemplo)" (VIVEIROS DE CASTRO, 1999)
Vira e mexe me deparo com as dúvidas comuns daqueles que se iniciam numa profissão, principalmente tratando-se da acadêmica, em que a classificação é o primeiro passo. Sim, você precisa se posicionar metodologicamente, teoricamente, pessoalmente. Isso implica, de certo modo, na eleição de algumas noções bastante específicas sobre o papel que você desempenha numa relação (com a instituição que você trabalha, com as pessoas que você “estuda”, com os autores que você utiliza). Chego neste ponto, relação com os autores que utilizamos. Já dizia Simmel, a interação ocorre até quando na frente do espelho nos olhamos antes de sair de casa e pensamos no outro... De fato começo aqui me embaralhar e jogar pra essa categoria “Outro” as responsabilidades de minha própria condição. Deixe-me explicar.
A temática¹ da alteridade já fora tratada de variadas formas pelos mais diversos autores desde as críticas pós-modernas², passando pelos "interacionismos" e os contatos interétnicos³, diga-se de passagem que todas elas tem um doce, como uma cereja do sorvete - as contribuições são inegáveis. Contudo o que penso com mais afinco é essa relação que nós diante de sistemas de pensamentos tão particulares nos dispomos, com nosso próprios termos, explicá-los.
É uma sinuca de bico.
Daí chego no (meu) ponto crítico, que nos ultimos meses me rouba horas e horas... Falar de arte indígena expressa (nas entrelinhas) a ânsia de compreender – mas do que explicar – sistemas significativos e construídos simbolicamente. Sim, estou partindo do pressuposto que a vida social, quer seja em seus aspectos imateriais, quer materiais (tecnologia, instrumentos, objetos) possui uma dimensão simbólica inerente.
Mas porque tivemos nos últimos anos essa mudança de posicionamento?
Ando confusa. Se por um lado piso forte contra as interpretações arqueológicas* que pressupõe a “arte” indígena como sistemas de comunicação a partir de um movimento da antropologia (e há vários trabalhos que se empenharam na tentativa de “traduzir” os signos de uma arte que comunica posições sociais – lembro aqui dos Kayapó), também ainda não consigo sustentar uma hipótese que não lance mão desse aspecto comunicativo da arte.
As expressões humanas carregam em si um aspecto fundamental: comunicação. Troca talvez seja uma noção melhor. E isso implica ir um pouco mais fundo... as relações sociais se dão a partir de nossa capacidade e necessidade de interação, a necessidade desse tal outro.
Alguém quer falar sobre isso?
______________
1. palavra de antropólogo e permito usá-la aqui só pra exercer esse lado pouco desenvolvido de minhas expressões.
2. como não lembrar da questão do autor, autoridade etnográfica, questões de literatura e antropologia...
3. isso então é uma loucura, só de pensar que a etnologia brasileira é divida (porcamente) entre "classica" e "contatualista"... lembro também do texto clássico do barth...
*. Exemplo o trabalho da denise shan "linguagem iconográfica da cerâmica marajoara", mas devo dizer que acho isso mais interessante que as interpretações figurativas do andre prous.
Vira e mexe me deparo com as dúvidas comuns daqueles que se iniciam numa profissão, principalmente tratando-se da acadêmica, em que a classificação é o primeiro passo. Sim, você precisa se posicionar metodologicamente, teoricamente, pessoalmente. Isso implica, de certo modo, na eleição de algumas noções bastante específicas sobre o papel que você desempenha numa relação (com a instituição que você trabalha, com as pessoas que você “estuda”, com os autores que você utiliza). Chego neste ponto, relação com os autores que utilizamos. Já dizia Simmel, a interação ocorre até quando na frente do espelho nos olhamos antes de sair de casa e pensamos no outro... De fato começo aqui me embaralhar e jogar pra essa categoria “Outro” as responsabilidades de minha própria condição. Deixe-me explicar.
A temática¹ da alteridade já fora tratada de variadas formas pelos mais diversos autores desde as críticas pós-modernas², passando pelos "interacionismos" e os contatos interétnicos³, diga-se de passagem que todas elas tem um doce, como uma cereja do sorvete - as contribuições são inegáveis. Contudo o que penso com mais afinco é essa relação que nós diante de sistemas de pensamentos tão particulares nos dispomos, com nosso próprios termos, explicá-los.
É uma sinuca de bico.
Daí chego no (meu) ponto crítico, que nos ultimos meses me rouba horas e horas... Falar de arte indígena expressa (nas entrelinhas) a ânsia de compreender – mas do que explicar – sistemas significativos e construídos simbolicamente. Sim, estou partindo do pressuposto que a vida social, quer seja em seus aspectos imateriais, quer materiais (tecnologia, instrumentos, objetos) possui uma dimensão simbólica inerente.
Mas porque tivemos nos últimos anos essa mudança de posicionamento?
Ando confusa. Se por um lado piso forte contra as interpretações arqueológicas* que pressupõe a “arte” indígena como sistemas de comunicação a partir de um movimento da antropologia (e há vários trabalhos que se empenharam na tentativa de “traduzir” os signos de uma arte que comunica posições sociais – lembro aqui dos Kayapó), também ainda não consigo sustentar uma hipótese que não lance mão desse aspecto comunicativo da arte.
As expressões humanas carregam em si um aspecto fundamental: comunicação. Troca talvez seja uma noção melhor. E isso implica ir um pouco mais fundo... as relações sociais se dão a partir de nossa capacidade e necessidade de interação, a necessidade desse tal outro.
Alguém quer falar sobre isso?
______________
1. palavra de antropólogo e permito usá-la aqui só pra exercer esse lado pouco desenvolvido de minhas expressões.
2. como não lembrar da questão do autor, autoridade etnográfica, questões de literatura e antropologia...
3. isso então é uma loucura, só de pensar que a etnologia brasileira é divida (porcamente) entre "classica" e "contatualista"... lembro também do texto clássico do barth...
*. Exemplo o trabalho da denise shan "linguagem iconográfica da cerâmica marajoara", mas devo dizer que acho isso mais interessante que as interpretações figurativas do andre prous.
2.6.10
"Jaqueline, eu fico preocupada com vc
as vezes, eu acho que vc se expoe demais."
Uma amiga me falou isso ontem, eu pensei nisso à noite, no meio da madrugada e agora.
Posso falar?
Se expor é o prelúdio do conhecer.
Na verdade (e uso essa expressão antes como recurso de linguagem do que qualquer outra coisa) há um ponto certo pra nossa opacidade ou exposição?
as vezes, eu acho que vc se expoe demais."
Uma amiga me falou isso ontem, eu pensei nisso à noite, no meio da madrugada e agora.
Posso falar?
Se expor é o prelúdio do conhecer.
Na verdade (e uso essa expressão antes como recurso de linguagem do que qualquer outra coisa) há um ponto certo pra nossa opacidade ou exposição?
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